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A Cirurgia Vascular Aberta é a forma mais tradicional de tratamento para problemas circulatórios, sendo indicada para condições que não podem ser resolvidas por métodos menos invasivos. 

Embora procedimentos como a cirurgia endovascular tenham ganhado popularidade, a cirurgia vascular aberta ainda é crucial para tratar certas doenças, especialmente aquelas mais complexas, como o aneurisma de aorta e as obstruções arteriais graves.

Continue sua leitura para saber mais sobre esse tipo de procedimento!

O que é cirurgia vascular?

A cirurgia vascular é uma especialidade médica que envolve o diagnóstico e o tratamento de doenças do sistema circulatório, que inclui as artérias, veias e vasos linfáticos. 

As cirurgias vasculares podem ser realizadas de maneira aberta (com incisões maiores) ou de forma minimamente invasiva, como a endovascular. A escolha do método depende da gravidade da condição e da saúde geral do paciente.

Os vasos sanguíneos transportam sangue por todo o corpo, garantindo que órgãos e tecidos recebam oxigênio e nutrientes. 

As artérias transportam sangue rico em oxigênio do coração para os órgãos e tecidos, enquanto as veias trazem de volta o sangue pobre em oxigênio para o coração. 

Alterações nesses vasos, como bloqueios, dilatações ou enfraquecimento das paredes, podem comprometer a circulação e causar sérias complicações à saúde.

A cirurgia vascular tem como objetivo restaurar o fluxo sanguíneo normal e tratar doenças que afetam os vasos sanguíneos. 

Essas intervenções podem ser preventivas ou corretivas, dependendo da condição do paciente.

Quando a cirurgia vascular aberta pode ser indicada?

A indicação considera a doença, a anatomia, a possibilidade de tratamento clínico ou endovascular e os riscos de cada opção. A cirurgia aberta pode ser escolhida desde o início em determinados casos, e não apenas após a falha de outras técnicas.

Procedimentos de maior complexidade

A avaliação pode incluir tratamento de aneurismas da aorta, endarterectomia de carótida e revascularização dos membros inferiores. Cada procedimento tem objetivos e riscos próprios, discutidos antes da decisão.

  • Aneurisma da aorta: o segmento dilatado pode ser substituído por uma prótese, com o objetivo de reduzir o risco de ruptura.
  • Endarterectomia de carótida: remove a placa da artéria em casos selecionados, com o objetivo de reduzir o risco de AVC. A própria intervenção também tem riscos.
  • Revascularização dos membros inferiores: pode criar um desvio para o fluxo sanguíneo por meio de veia ou prótese, conforme a anatomia e a indicação.

Preparo, internação e recuperação

O tipo de anestesia, a necessidade de internação e o tempo de recuperação dependem do procedimento e das condições clínicas. Não existe um prazo único de repouso ou de retorno às atividades.

A equipe orienta os cuidados com a ferida operatória, os medicamentos, a mobilização e os retornos. Dor intensa, sangramento, febre ou alteração da circulação precisam de avaliação.

Avaliação na Clínica IVES

O planejamento considera exames e estrutura hospitalar adequada ao caso. A Clínica IVES atende em Itajubá, com avaliação de pacientes do Sul de Minas e do Vale do Paraíba.

WhatsApp: (35) 99914-4971. Telefone: (35) 3617-2077.